América Latina. No último sábado, 23 de março, foi realizada uma nova versão da campanha Hora da Terra, que para este ano foi realizada sob o lema "Desafie o mundo, salve o planeta", e que além de apagar as luzes, propôs o plantio de árvores e o apoio a projetos de conservação florestal.
Na maioria dos países em que o World Wide Fund for Nature WWF, a entidade organizadora tem presença, as luzes de monumentos e praças públicas foram desligadas por uma hora, bem como alguns edifícios de empresas privadas e casas que decidiram aderir à campanha. Todos buscando conscientizar sobre as mudanças climáticas.
O balanço de participação na América Latina no sexto dia da Hora da Terra foi diferente dependendo do país. Em alguns houve eventos adicionais, como no caso do Chile, onde foram instaladas sete bicicletas do sistema alternativo de geração de eletricidade desenvolvido pela ProteinLab da UTEM e todos aqueles que queriam poder pedalar. Com a energia gerada, um concerto foi realizado durante o apagão.
Por sua vez, o Brasil informou a participação de 113 cidades que aderiram ao apagão com eventos e concentrações especiais. Para o México, os governos locais se uniram à iniciativa privada para apagar as luzes de edifícios corporativos e monumentos. Na Argentina, 28 cidades participaram, mas na Colômbia poucos ouviram falar do dia.
No mundo, devido à diferença de horário, o dia começou na Oceania com uma participação maciça e terminou nas Ilhas Cook. Participaram países da Ásia, Europa, África e América. Como novidades para este ano, houve a participação da Rússia e da Praça Vermelha de Moscou, bem como do Vaticano.