Internacional. Com o aumento da iluminação LED e a proibição do governo em muitos países na venda de lâmpadas incandescentes, um problema vem crescendo: a chegada de produtos chineses de baixo custo e de baixa qualidade que afetam diretamente os consumidores.
A associação de fabricantes de iluminação, Anfalum, foi a primeira a lançar uma voz de alerta a fim de exigir maiores controles sobre produtos que vêm do país e que estão se beneficiando dos investimentos em divulgação de empresas reconhecidas.
Alfredo Berges, diretor da Associação, explicou que as características da iluminação eficiente prometida pelos novos sistemas de iluminação, como intensidade e duração, não são atendidas nesses produtos e estão levando a uma insatisfação generalizada nos usuários que pagaram um alto preço por um produto que não atende às expectativas.
O funcionário ressaltou que uma das principais razões para que esses produtos sejam comercializados é a pouca vigilância e controle exercida pelas autoridades sobre a qualidade dos produtos provenientes da China e, em menor medida, de outros países.
E embora se espera que os usuários sejam os que purificam a oferta do mercado adquirindo apenas produtos de boa qualidade, estima-se que as consequências que poderiam deixar as demais marcas teriam um alto custo, especialmente em campanhas publicitárias e redução de preços por meio de promoções.