México. A desigualdade de gênero é um debate antigo, mas ainda há uma grande discrepância em termos de direitos, incentivos e benefícios dados a homens e mulheres, especialmente quando se trata de uma questão trabalhista. É por isso que a Comstor divulgou curiosidades e dados sobre a situação do gênero feminino no mercado de TI.
No mercado de trabalho de TI, em 2009, havia 520 mil pessoas trabalhando em Tecnologia da Informação no Brasil, e apenas 20% eram mulheres. Ainda em 2010, os salários das mulheres eram 34% melhores que os dos homens, e nos cargos de gestão, a diferença foi de 65%.
O que as pesquisas revelam é que, quando se trata de lógica, as mulheres se destacam por seus resultados, e em uma situação igualitária, as mulheres têm supremacia intelectual em relação aos homens. Assim, os argumentos desmascarados são: "As mulheres não estão interessadas nas ciências exatas ou na tecnologia"; "A inteligência dos homens é diferente da das mulheres"; e "As mulheres geralmente preferem carreiras nas ciências humanas e sociais às exatas."
Vale mencionar algumas das mulheres que fizeram história como: Ada Lovelace, responsável pelo desenvolvimento do primeiro algoritmo que foi processado por uma máquina; e Grace Hooper, criadora do que é considerado o primeiro software de computador.
Hoje, o que temos são mulheres com maior interesse em TI; o que está faltando são oportunidades, que recebam estímulos melhores e maiores e acabem com tabus.