No México. As soluções tecnológicas tornaram-se sistemas que integram inúmeros componentes eletrônicos, sensores, sistemas de armazenamento e microprocessadores, software e ferramentas de conectividade IP. Essa conectividade dá aos ecossistemas de uma organização maior aproveitamento de suas capacidades que podem transcender as fronteiras tradicionais do produto.
A forma constante e firme de que esses produtos adotam a tecnologia e que consegue mudar seu modelo de uso, começou a transformar a cadeia de valor, forçando as empresas a repensar e redesenhar suas estratégias de negócios.
O termo Internet das Coisas (IoT) descreve o crescente número de produtos inteligentes conectados à Internet e destaca genericamente as novas oportunidades que podem representar. De acordo com estudos recentes, o impacto que a IoT terá na sociedade será cinco a dez vezes maior do que o da internet, com cerca de 25 bilhões de "coisas" conectadas em uso até 2020, segundo o Gartner.
É uma realidade que o termo 'Internet das Coisas' é extremamente emocionante para as empresas, embora atualmente, seu ecossistema tecnológico não permita que elas aproveitem essa nova revolução para expor seus negócios. Uma pesquisa da Economist Intelligence Unit constatou que 96% dos executivos esperam que seus negócios usem IoT em algum aspecto até 2017. Além disso, 29% acreditam que a IoT inspirará novas práticas de trabalho entre seus funcionários e 23% dizem que a IoT eventualmente mudará seus modelos de negócios e as tornará disruptivas.
Diante desse panorama, a Ricoh Mexicana, empresa global de tecnologia especializada em TI, ressalta que esse novo paradigma impulsionará ainda mais o uso da nuvem, big data, simulação, analytics, robôs autônomos de mãos dadas com a Internet das Coisas para criar um sistema de produção integrado, automatizado, rápido e altamente personalizável. Aos poucos, as empresas seguem um caminho para a automação de suas atividades e levando-as a estar na vanguarda da tecnologia.
Diante dessa tendência, um estudo realizado pelo Boston Consulting Group (BCG), patrocinado pela Ricoh, identifica nove áreas básicas que definem os parâmetros da nova era tecnológica e que as empresas, sem dúvida, vão querer adotar dentro de seus negócios:
- Big Data e Analytics – Graças ao Big Data e Analytics, será possível acessar facilmente toneladas de dados sobre especificações, desenvolvimento e produção de produtos e fazer modificações rápidas.
- A Cloud – Claro, as empresas já estão usando software baseado em nuvem, mas a filosofia 4.0 permitirá a troca de informações em sites internos e externos em milissegundos, incluindo sistemas que monitoram e controlam processos industriais.
- Robôs Autônomos - Eles interagirão uns com os outros, jogarão muito bem com os humanos e serão capazes de fazer mais coisas. Reduzirá significativamente os custos dos negócios.
- Simulação 3D – Sistemas de simulação sofisticados usarão dados em tempo real para modelagem, o que acelerará o processo e terá maior inovação.
- Sistemas Integrados – Empresas e departamentos serão vinculados por meio de redes de dados para consultar qualquer tipo de informação.
- Internet das Coisas - Os produtos da linha de montagem darão informações às máquinas indicando os passos a seguir para o acabamento dos produtos.
- Realidade Aumentada - Os trabalhadores receberão instruções em tempo real, utilizando simuladores de realidade aumentada para receber informações.
- Fabricação aditiva – A impressão 3D permitirá que os fabricantes produzam pequenos lotes de produtos sob medida, o que ajudará a reduzir os custos de transporte e os estoques de estoque.
- Cibersegurança – Com todos os sistemas conectados, as ameaças aumentarão drasticamente, criando a necessidade de desenvolver sistemas de segurança mais sofisticados.
Além disso, a IoT está melhorando a produtividade no local de trabalho, permitindo que os funcionários movam facilmente informações do ambiente físico para o digital, e vice-versa. Uma forma de a IoT fazer a ponte entre físico e digital é através de tecnologias de pesquisa visual (VSR).
Usando recursos de reconhecimento semelhantes a impressões digitais, o VSR permite que os smartphones leiam códigos incorporados em documentos em papel e sinalização digital, acionando o acesso a mais informações e novos aplicativos. O VSR também permite que os funcionários tirem fotos com um dispositivo móvel e conectem arquivos de áudio e texto a ele, agrupam todas as informações associadas e, portanto, tornam-nas muito mais acessíveis e úteis.