Segundo Fabio Colasanti, diretor-geral da Diretoria-Geral da CE para a Sociedade da Informação e Mídia, é importante convencer o público de que as TIC são necessárias para melhorar a qualidade de vida, e é necessário melhorar o acesso à banda larga em outras áreas, como as áreas rurais.
Por sua vez, Mario Cimoli, diretor da Divisão de Desenvolvimento Produtivo e Empresarial da CEPAL, explica que as políticas exigidas pela América Latina em termos de redução da divisão digital são diferentes das da Europa, e a diversidade de regiões e diferenças estruturais deve ser reconhecida. Sobre isso, a vice-ministra do México Alicia Talavera, disse que em seu país, assim como na América Latina, os níveis de desenvolvimento são diferentes e é necessário homogeneizá-los para estarem atualizados com o moderno.
Esses comentários se refletem no relatório global sobre Tecnologias da Informação e Comunicação apresentado pelo Fórum Econômico Mundial, que analisou o papel que as TIC desempenham na sociedade como motor da economia e do crescimento sustentável de 133 nações. Neste relatório, os países latino-americanos aparecem do 40º lugar com o Chile, para o 131º com a Bolívia.