América Latina. A Ricoh desenvolveu um material flexível chamado "borracha geradora de energia", que converte pressão e vibração em energia elétrica com alta eficiência para atender à necessidade energética de novas tecnologias e dispositivos que estão surgindo graças à IoT (Internet das Coisas).
Atualmente, os materiais piezoelétricos, que geram eletricidade com estresse mecânico, estão chamando a atenção como materiais de captação de energia. Os principais materiais piezoelétricos são cerâmicas e polímeros, mas estes têm algumas deficiências que impedem a grande prevalência.
As cerâmicas piezoelétricas são usadas para fins muito específicos devido à sua fragilidade e peso, embora gere eletricidade de alta tensão. Por outro lado, os polímeros piezoelétricos geram eletricidade ligeiramente, embora alcancem flexibilidade reduzindo a espessura.
A "borracha geradora de energia" desenvolvida pela Ricoh gera um nível tão alto de eletricidade quanto a cerâmica, enquanto sua aparência é como uma lâmina macia e flexível. Uma vez que supera os obstáculos das cerâmicas anteriores e polímeros piezoelétricos, espera-se que a borracha seja aplicada em múltiplas áreas combinando as vantagens da flexibilidade e do alto desempenho.
A Ricoh dedicará esforços à pesquisa dessa tecnologia com o objetivo de comercializar o material para diversos usos especialmente para sensores flexíveis. No futuro, essa borracha contribuirá na nova era da IoT (Internet das Coisas), quando vários dispositivos são equipados com múltiplas funções de comunicação, proporcionando um material promissor de geração de energia.
A cerâmica, um importante material piezoelétrico tradicional, são rotineiramente utilizadas nas partes eletrônicas de equipamentos utilitários, como sensores de pressão e vibração. Embora gere eletricidade suficiente para esses fins, tem vários déficits: fragilidade, peso e inclusão de chumbo. Ao contrário da cerâmica, a "borracha geradora de energia" supera esses déficits. Além disso, sua alta durabilidade foi confirmada através de testes de vários milhões de períodos.
Por outro lado, polímeros, como o PVDF (polivinylidene difluoreto), geram eletricidade leve, embora tenham flexibilidade. A "borracha geradora de energia" adquiriu sensibilidade de carga leve e durabilidade contra carga pesada, combinando alto desempenho comparável à cerâmica e mais flexibilidade do que polímeros.
Além disso, a borracha tem vantagens na capacidade de trabalho e produtividade por ser macia, e não requer um processo de alta temperatura como a cerâmica. De alto desempenho flexível, durável, viável e produtivo, essa borracha pode ser instalada em vários lugares e grandes espaços. Portanto, pode ser usado para diversos propósitos e, portanto, em diversos mercados em comparação com cerâmicas e polímeros.
O mecanismo da borracha não é o mesmo dos materiais piezoelétricos anteriores. Ricoh, em colaboração com a Universidade de Ciências de Tóquio (líder do projeto com o professor Takahiro Yamamoto), lançou uma metodologia de análise em nível molecular usando química computacional. Os resultados do estudo ampliarão a possibilidade do material e ajudarão seu desenvolvimento e aplicação para diversas finalidades e áreas no futuro.
Com as vantagens da "borracha geradora de energia", a Ricoh buscará contribuir para a era da IoT, fornecendo soluções inovadoras com uma combinação de tecnologia externa.