América Latina. A América Latina é uma região que está crescendo apesar dos diversos problemas econômicos globais que resultaram da queda dos preços do petróleo, a partir da qual um número significativo de economias da região obtém renda para gastar em seus respectivos orçamentos.
Uma questão dentro dos ajustes orçamentários que ocupam os governos, especialmente os das nações em desenvolvimento, é a dos gastos. Onde direcionar o investimento em infraestrutura estratégica?, questões-chave sobre quais crescimento econômico e desenvolvimento dependem.
Um furo econômico transcendental que é constante nos países emergentes indica que quanto maior o nível de investimento, maior o nível de desenvolvimento.
A consultoria de tecnologia ReportsnReports, publicou resultados de uma análise do mercado e da demanda em armazenamento 2015 – 2019, da qual conclui, vai girar em torno da Cloud Computing. Na área específica dos gastos de TI, o Gartner prevê crescimento nos gastos de TI de 2,4%, ajustado para previsões para a venda de dispositivos e serviços de telecomunicações.
O mercado de data centers, por outro lado, atingirá US$ 143 bilhões este ano, representando um aumento de 1,8% em relação a 2014. Esta empresa de pesquisa de mercado sinalizou crescimento em redes corporativas e aplicações de comunicação. No mercado de software corporativo, o Gartner prevê uma despesa de 335 bilhões de dólares, 5,5% a mais do que em 2014. Em 2015
A previsão do Gartner para o mercado de serviços de TI em 2015 foi reduzida para um crescimento de 2,5%, em comparação com os 4,1% previstos anteriormente.
Quanto aos gastos com serviços de telecomunicações, espera-se que cresça 0,7% em 2015, para 1,6 trilhão.
Falando em investir em TI, ainda é para algumas organizações sinônimo de desembolsar bilhões de dólares em equipamentos tecnológicos, que além de não entender sua operação à risca, ficará a cargo de engenheiros e gestores de TI absorvidos pelo trabalho de engenharia que já é conhecido em qualquer organização.
O exemplo mais claro de por que o investimento em TI é uma questão que não pode ser adiada pode ser visto apenas por sair nas ruas. O número de dispositivos móveis conectados a redes de operadoras móveis e dentro de redes Wi-Fi em residências e organizações (BYOD), prática aceita em um número crescente de empresas e organizações.
Aqui, o Gartner prevê que, até 2017, metade de todos os empregadores exigirão que seus trabalhadores tragam seus próprios dispositivos para o trabalho. Se se baseia em dados estatísticos e metodologias comprovadas que, por sua vez, se tornam previsões ao longo do tempo, o que as organizações esperam em identificar sua pegada digital e atendê-la a tempo?
Análise de investimentos
A questão do investimento requer uma análise aprofundada da estrutura de uma organização. Saiba do que é composto, identifique os diferenciais e os explore. A abordagem deve considerar e envolver todos os elos que compõem a cadeia. Diversificação para identificar padrões e fortalecer, muito mais do que generalizar valores ou simplesmente repetir de acordo com o passado, uma prática perigosa e cara.
Identificar os diversos membros que compõem uma organização, desde a equipe de gestão, passando por vendas, comercial, atendimento ao cliente, marketing, etc., ajudará não só a perseguir o que é tradicionalmente procurado, mas a dar vida e avaliar uma entidade viva que produz inteligência de negócios enquanto atua de forma mais eficiente para o mercado em que compete.
São derivadas decisões relativas à tecnologia da informação, de quem são derivados gestores, gestores, gestores e outros cargos intimamente relacionados aos processos de engenharia, que às vezes só conhecem o Núcleo do negócio, mas não estão cientes dos processos de negócios que dependem das decisões de TI que, por sua vez, derivam do investimento feito ou prestes a ser feito.
Nesse sentido, o CIO desempenha um papel preponderante, uma vez que são executivos que idealmente e sob os dados reveladores de investimento em TI nas condições econômicas globais que a região está passando, devem estar envolvidos com as áreas que alavancam o crescimento das organizações: vendas, marketing, atendimento ao cliente/canais. É preciso prestar atenção especial a um elemento-chave que diferencie as empresas que crescem para melhorar e aquelas que não controlam seu crescimento: Medição.
A medição é fundamental para identificar as fraquezas de uma organização com o objetivo de resolvê-las a tempo e se manter competitiva. Sem parâmetros de medição, os objetivos estabelecidos pela gestão dificilmente serão alcançados. A América Latina deve aprender a medir e envolver tecnologias da informação de forma mais precisa e estratégica; o investimento deve ser focado não apenas no que é tradicionalmente, como software e hardware, mas no desenvolvimento de talentos, habilidades e treinamento constante para entrar como o primeiro em qualquer um dos setores produtivos em que compete.
A América Latina deve deixar de lado a resistência à mudança, bem como parar de ver conceitos como virtualização, Business Analytics, Cloud Computing ou Software as a Service tão distantes. Em uma economia global interrelacionada dependente de muitos outros locais, esse tipo de conhecimento não deve ser alheio às novas gerações de profissionais em marketing, vendas, serviços e atendimento ao cliente.
Texto escrito por Carlos Perea, vice-presidente de vendas para redes extremas da América Latina